74% dos brasileiros avaliam governo Temer como ruim ou péssimo

Uma pesquisa  CNI/Ibope  divulgada hoje (13),  mostra que grande parte dos brasileiros não avaliam o governo Temer de forma positiva. Apenas 5% avaliaram como ‘ótimo ou bom’, enquanto 18% definiram como ‘regular’ e 74% como ‘ruim ou péssimo’. Os outros 3% não sabiam ou não responderam à pergunta.

O percentual de avaliação positiva(ótimo ou bom) é praticamente o mesmo desde julho de 2017. Entre setembro e dezembro deste ano, o índice oscilou de 4% para 5%, dentro da margem de erro da pesquisa, que é de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Já o percentual dos que avaliam o governo Temer como ruim ou péssimo caiu de 82% em setembro para 74% em dezembro. O aumento apareceu no número de entrevistados que avaliaram o governo como regular, seis pontos percentuais maior em relação ao registrado em setembro.

Ainda segundo a pesquisa, Temer encerra o mandato com menor nível de aprovação – 85% dos entrevistados desaprovam o atual governo, 9% aprovam e 5% não sabem ou não responderam.  Apesar de elevado, o percentual de desaprovação caiu 7 pontos, em relação ao de setembro, quando chegava a 92%. Já o percentual de aprovação subiu dentro da margem de erro da pesquisa, passando de 6% em setembro para 9% em dezembro. Em relação à confiança dos brasileiros no governo Temer, e 90% dos brasileiros responderam que não, patamar registrado desde setembro de 2017. Os que demonstram confiança passaram de 5% para 7% . E 3% dos entrevistados não sabem ou não responderam.

Bolsonaro

O estudo mostra também que 75% dos brasileiros acreditam que o presidente eleito, Jair Bolsonaro, e sua equipe estão no caminho certo em relação às decisões tomadas até o momento. 14% acham que Bolsonaro está no caminho errado e 11% não sabem ou não responderam à pergunta. Neste caso, os números mostram que, quanto maior a renda familiar, maior o percentual dos que acreditam que o presidente eleito está no caminho certo. O índice é de 70% entre aqueles com renda familiar de até um salário mínimo e chega a 82% entre os que têm renda familiar superior a cinco salários mínimos.

Os entrevistados acreditam que as prioridades do governo para 2019 devem ser ‘melhorar os serviços de saúde’, com 41% e ‘promover geração de empregos’, com 40%. Em seguida, aparecem ‘combater a corrupção e combater a violência e a criminalidade’, ambos com 36%, e ‘melhorar a qualidade da educação’, citada por 33%. A pesquisa foi realizada entre 29 de novembro e 2 de dezembro e ouviu 2 mil eleitores de 127 municípios. A margem de erro estimada é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%.

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